Vitória verde nas eleições: nossos temas emplacaram!
O programa de governo do PV para uma cidade sustentável pegou! Nossas propostas estão na mídia e na boca dos outros candidatos.
 
Reproduzo, aqui, as palavras do colunista Agostinho Vieira, do jornal O Globo:

“seja qual for o resultado das eleições municipais no próximo dia 7 de outubro, ou num eventual segundo turno, vinte dias depois, já dá para perceber uma mudança sensível nos debates. Temas como tratamento de esgoto, mobilidade urbana, reciclagem de lixo e ocupação do território, que nas últimas campanhas passaram ao largo das discussões, estão começando a ganhar cada vez mais espaço”.

1 – Municipalização do saneamento, assim tudo começou. À frente da Comissão de Saneamento Ambiental da Assembleia Legislativa, venho acompanhando de perto o sistema de coleta e tratamento de esgoto e abastecimento de água no Estado. Afirmo: municípios que se livraram da Cedae, como Niterói e algumas cidades da Região dos Lagos, caminham para a universalização dos serviços. Enquanto o Rio, o bobo da corte, chafurda na poluição. É hora de dar a virada. Propus durante todo o processo eleitoral a transferência dos serviços de água e esgoto para os cuidados da Prefeitura. Eis que esta mesma intenção começa a aparecer nas entrevistas dos demais postulantes ao cargo de Prefeito do Rio. Inclusive nas do próprio Eduardo Paes.  Trago, novamente, as palavras de Agostinho Vieira:

“A começar pela proposta da candidata do Partido Verde, Aspásia Camargo, de municipalizar a coleta e o tratamento de esgoto da cidade, hoje a cargo da CEDAE. A ideia teve tanta repercussão que acabou sendo incorporada por quase todos os outros candidatos, inclusive o prefeito”.

2 – Planejamento passou a ser a palavra de ordem. Vinte e sete é o número de secretarias do município, que mal conversam entre si ou com a população.  À frente delas, está um prefeito síndico, tocador de obras, que governa por projetos e exibe um plano estratégico cujas iniciativas visam os próximos quatro anos.  É como se o Rio não fosse mais existir depois de 2016. Enquanto isso, as grandes cidades do mundo, assim como órgãos como o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), pensam em 2030. Bati na tecla: com tantas secretarias, falta a principal, a de Planejamento. E assim esta palavra mágica entrou na dança eleitoral.  Que bom! Porque planejar significa ir além de um Rio olímpico. Significa construir um Rio melhor para os cariocas, seja para daqui a quatro ou 20 anos.
3 – Educação em tempo integral é meta principal do plano de revolução educacional do Partido Verde.  O Ideb mais recente mostrou que estamos certos: a terceira maior nota do Brasil foi a do CIEP Glauber Rocha, na precária Pavuna, onde as crianças passam todo o seu dia. Visitamos inúmeros espaços abandonados da cidade, como clubes e prédios da própria prefeitura que poderiam abrigar a grade complementar: esportes como o xadrez, gastronomia, atividades culturais (cultura e educação têm que andar juntos!), bibliotecas. Poderíamos, dessa maneira, driblar a falta de salas de aula na Rede Pública. E, assim, mais uma ideia verde vem ganhando repercussão.
4 – Municipalização do Bonde de Santa Tereza. Está aí um demonstrativo das aberrações administrativas do Rio de Janeiro. Como um aparelho histórico, turístico e cultural que serve ao município está nas mãos do Estado? A conseqüência, claro, seria a negligência da Secretaria Estadual de Transportes e o resultado não poderia ser diferente da tragédia que foi o acidente do ano passado quando, imediatamente, entrei com uma Indicação Legislativa na Alerj para transferir o bonde para o município. Trouxe ainda a questão para o visado palco eleitoral e o tema cresceu. Hoje, a municipalização do bondinho é uma realidade! Bingo!
5 – A sensação de vitória começou um pouco antes das eleições. Durante a Rio + 20, em junho, o Rio de Janeiro protagonizou a orientação dada às grandes cidades do mundo em estabelecerem metas de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa, com base na Lei Aspásia Camargo de Mudanças Climáticas, uma conquista minha ainda na Câmara de Vereadores. O Rio foi um exemplo para o mundo!

E ao final das eleições, o Partido Verde pode afirmar com segurança: elevamos o nível do debate político. Abrimos alguns desvios que fogem da guerra eleitoral e dão passagem para discussões importantes sobre o Rio, que foi quem saiu ganhando!

A Rio + 20 mostrou que as cidades, e não os países, são o motor do planeta que, se quiser sobreviver, vai ter que caminhar na direção do desenvolvimento sustentável. Em outras palavras, são as políticas municipais que vão definir os rumos da humanidade. E o Rio tem tudo para estar na vanguarda dessa caminhada. Inclusive, agora, os cariocas já até sabem o que significa SUSTENTABILIDADE.

A primeira parte da missão está cumprida! Nossas propostas não podem ser de conhecimento apenas de cabeças consagradas. É preciso que a população seja beneficiada por elas. Para isso, conto com o seu voto.

Vote 43!
Aspásia Camargo
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