ANÁLISE DO JORNAL EXPRESSO REGIONAL SOBRE AS ELEIÇÕES EM MACAÉ, RJ

09/10/2012 – População macaense dá a Dr. Aluízio a maior votação da história política do município

Nestas eleições, Dr. Aluízio não venceu apenas seu oponente direto, o deputado estadual Christino Áureo (PSD) que teve 30.391 votos.

O candidato da oposição teve que vencer a indústria dos boatos aparelhada pela máquina municipal e as notícias falsas noticiadas pela imprensa governista.

Dr. Aluízio arrebatou o coração do povo de Macaé com seu carisma, além de uma campanha propositiva, onda a população foi a protagonista.

“Quando o grito do prazer, açoitar o ar, Réveillon”. A ‘enigmática’ frase, contida na música “Sina” de Djavan pôde ser entendida na prática por 70.693 pessoas em Macaé.
O último domingo, 07 de outubro entrou para a história. Dia em que um grito, abafado por pelo menos 16 anos, se manifestou em um cântico de liberdade e açoitou muito mais do que o ar: esse grito abalou as estruturas políticas locais, mostrando que o verdadeiro poder está na vontade do povo.
O domingo, com toda licença, não foi só o dia da vitória de Dr. Aluízio (PV), o prefeito mais votado na história de Macaé. Foi sim, o dia da vitória de toda uma população que, oprimida pela corrupção e pela miséria de uma cidade bilionária, fez, enfim, prevalecer a sua vontade.

Pela primeira vez neste período de 16 anos, Macaé terá um prefeito eleito pela maior parcela da população.
Nas últimas quatro eleições, o prefeito foi eleito pela vontade da minoria, já que os outros candidatos somaram mais votos do que o vencedor do pleito.
Em 2008, por exemplo, Riverton Mussi (PMDB) venceu as eleições com 42 mil votos, enquanto a soma dos votos de Dr. Aluízio (cerca de 39 mil votos) e Silvio Lopes (cerca de 19 mil votos) ultrapassou a marca dos 58 mil votos. Naquela eleição, a vontade do povo foi subjugada pelo forte poder econômico do prefeito, aparelhado pela bilionária máquina municipal.
Só de assessores ganhando DAS na época, Riverton contava com quase 10 mil, fora os assessores de vereadores, secretários… Enfim, foi a vitória do dinheiro, não do povo.

Para estas eleições, Dr. Aluízio não venceu apenas seu oponente direto, o deputado estadual Christino Áureo (PSD) que teve 30.391 votos.
Antes mesmo de começar a campanha eleitoral, o candidato da oposição teve que vencer a indústria dos boatos, mais uma vez aparelhada pela máquina municipal e a imprensa governista que propalou um sem número de notícias falsas, tanto nos jornais impressos (na redação de um único veículo eram produzidos cinco) e nos blogs oportunistas; quanto nas rádios.
Inventaram de tudo sobre Dr. Aluízio. Desde que ele era “ficha-suja” até o absurdo de acusar o deputado de ter desviado o dinheiro destinado às vítimas das chuvas da região serrana. Por fim, chegaram a criar uma associação de fachada para acusá-lo de fraude no HPM. Mas não tinha jeito. A popularidade dele não caiu.

Quando Christino Áureo foi “escolhido” candidato, ele teve de assumir a condução de um projeto previamente derrotado— o até então candidato do prefeito Riverton, André Braga (PMDB) havia “jogado a toalha”.

A visão dicotômica sobre a campanha também foi uma falha relevante. Para o grupo que há 30 anos mandava no poder local, quem era Dr. Aluízio para vencer o candidato do governador Sérgio Cabral e do prefeito Riverton Mussi? Mas o médico contava, nesta eleição com um padrinho muito mais poderoso: o próprio povo de Macaé.
Christino não entendeu que o caminho de Aluízio até a vitória deste ano foi aberto em 2008 e pavimentado em 2010, quando ele foi eleito deputado federal com mais de 55 mil votos dentro de Macaé.

No entanto, não se pode também tirar o mérito de Dr. Aluízio e sua equipe, tantas vezes subestimada e alvo de críticas, nesta campanha.

A campanha da oposição em Macaé foi impecável. Uma campanha de propostas, limpa, sem ataques pessoais. Uma campanha que percorreu todos os bairros, olhando o povo olho-no-olho. Uma campanha carismática, leve e resistente. Resistente sim, pois foi preciso paciência para suportar a tantos ataques, disparados, sobretudo nas redes sociais.
Porém, como eleição é maratona, e não corrida de 100 metros, no final prevaleceu o mais resistente. Dr. Aluízio e sua equipe de trabalho tiveram maturidade para não “perder a linha” quando muitas vezes o candidato chamado de corrupto, covarde até mesmo de ser uma fraude.

No fim, o reconhecimento da população como a verdadeira protagonista neste projeto político veio do próprio candidato, após a confirmação da vitória. “Esse projeto tem cada um de nós como protagonistas. A vitória é de Macaé que se libertou para um novo futuro”, disse.
E é bom mesmo que Dr. Aluízio reconheça que esta vitória é de todos os macaenses. E que ele corresponda à esperança de tantas pessoas. Afinal, o povo de Macaé está atento e já provou nas urnas que o verdadeiro poder não está no gabinete do prefeito. E sim do lado de fora da Prefeitura.

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Uma resposta para “ANÁLISE DO JORNAL EXPRESSO REGIONAL SOBRE AS ELEIÇÕES EM MACAÉ, RJ

  1. Guida, aceite os parabns e repercuta para o prefeito e toda sua equipe

    Em 10 de outubro de 2012 18:53, Fernando Guida

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